É longa minha ligação com esse megaevento. Fiz parte do bando de loucos que transformou o Rio em Woodstock, em 85 e na edicão de 2011, trabalhei como uma louca para levar conteúdo online para os assinantes da AOL com direito a transmissão de shows, chats, entrevistas...isso tudo sem nada de banda larga. Ontem, reencontrei esse evento que está cada vez mais grandioso e me deu uma saudade louca de não ter trabalhado para esse sucesso tremendo. Tudo está maior. O conceito mudou de show para diversão e as opções são muitas. Me supreendi com a batida da Ke$ha, apesar daquela cara de drogada, dancei ao show de Jamiroquai e me emocionei com Stevie Wonder. Cheguei em casa às 5 da manhã, lamentei que não tinho ido mais cedo na homenagem à Legião Urbana e conto os minutos para ir de novo hoje. Meu namorado não tem toda essa empolgação, mas tudo isso me fez sentir jovem de novo. Acabamos indo supertranquilos com CrisCard ( carro de um amiga), voltamos sem trânsito, comemos sem fila....o Nato até tirou um soneca no estande. Fiquei só impressionada com a nossa falta de educação. Jogavam tudo no chão e olha que tinha lixeiras espalhadas pela Cidade do Rock. Mas o clima de paz, amor e felicidade realmente imperou nesta noite mágica de 29 de setembro de 2011.
A Calabria, no sul da Itália, não é um rota turística muito comum. Para nós, brasileiros, por causa da imigração, existe uma ligação maior dado o número de habitantes desta região que veio para cá nos séculos 19 e 20. Eu mesma tenho sangue calabrês em minhas veias por parte do meu avô paterno. O valor sentimental foi reforçado pelo casamento e por ter ido tanta vezes lá, por causa dos meus sogros. Esta viagem, a "descoberta" ficou por conta da Tenuta Ceraudo , na pequena Strongoli, vizinha a Crotone, cidade onde minha sogra ficou hospitalizada e acabou falecendo. O motivo, que não era um dos mais felizes, acabou se convertando em um dia de verdadeiro oásis em meio a uma propriedade lindíssima com oliveiras e vinhedos centenários, um restaraurante estrelado e uma família acolhedora. Sim, como manda a boa tradição italiana, a alma de um lugar corresponde a de seu dono. Neste caso, o nosso anfitrião Roberto. Ele poderia ter sido apenas mais um agricultor da região ou até se torn...
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